A senhora maria que agora tenho tanta vontade amar que mal cabe dentro de mim
A senhora Maria que agora queria carregar no meu abraço para os paises mais coloridos
A senhora Maria com quem queria agora queria me emaranhar num fluxo sorridente
Ao sabor do teu doce cheiro Maria quero fazer da minha vida uma fonte de amor infinita....
....para distribuir aos quatro cantos do mundo
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
domingo, 22 de agosto de 2010
Minha alma se silencia... num embalo sereno a contemplar as pequenas espumas que se permitem alcançar o final da onda.
Mesmo porque hoje é um dia ensolarado de ares aconchegados e despreocupadamente satisfeitos.
Distantes os dias em que o mar entregue as paixões do vento se faz uma explosão de ardores a se espatifarem na insolidez da procura... na insensatez da ausência.
Vou catar as conchas e estrelas caídas na encosta do rochedo... Vou pedir para que elas manifestem em seu aroma...os sonhos e os anseios dos enamorados ....que pela benção dos céus ou a sorte do mar... puderam ter a graça de a pés descalços entre as espumas e a areia, encontrar a plenitude do ritmo certo entre o andar e o contemplar.
Vou enfeitar o meu aquário com pulseiras e colares feitos daquilo que o mar trouxer para mim.
E das estrelas caídas que riscarem o céu vou deixar que conduzam a minha fé para onde bem entenderem, porque elas sabem se desviar dos buracos negros reluzentes como ouro.
De ouro minha alma não vive, ela vive de sorrisos, ela vive de compreensão... ela vive de amor.
Mesmo porque hoje é um dia ensolarado de ares aconchegados e despreocupadamente satisfeitos.
Distantes os dias em que o mar entregue as paixões do vento se faz uma explosão de ardores a se espatifarem na insolidez da procura... na insensatez da ausência.
Vou catar as conchas e estrelas caídas na encosta do rochedo... Vou pedir para que elas manifestem em seu aroma...os sonhos e os anseios dos enamorados ....que pela benção dos céus ou a sorte do mar... puderam ter a graça de a pés descalços entre as espumas e a areia, encontrar a plenitude do ritmo certo entre o andar e o contemplar.
Vou enfeitar o meu aquário com pulseiras e colares feitos daquilo que o mar trouxer para mim.
E das estrelas caídas que riscarem o céu vou deixar que conduzam a minha fé para onde bem entenderem, porque elas sabem se desviar dos buracos negros reluzentes como ouro.
De ouro minha alma não vive, ela vive de sorrisos, ela vive de compreensão... ela vive de amor.
Começo a ser invadido por uma freqüência de sobriedade
Começo a perceber que os degraus da onde me jogo.
Na busca incessante por mais um pouco de vaidade...
Têm me deixando marcas que não são indiferentes.
No meu corpo....na minha mente...no meu amor
Me machucar pelo prazer de me ver escorrendo...
É um ato estúpido...Típico de quem já não acredita.
Se não vê beleza no amor... vê na destruição.
Se não se sente realizado amando...
Alcança a sua plenitude destruindo.
Se não têm coragem de destruir...destrói a si mesmo.
Compaixão não é complacência
Vou fazer da poesia a minha ciência
É um risco de vida...
Fervilhando ao sabor da brisa.
Olhei pro céu e achei que fosse marte...
Mas era lua que brilhava laranja...
Me sintonizando ao sabor da sua dança
Começo a perceber que os degraus da onde me jogo.
Na busca incessante por mais um pouco de vaidade...
Têm me deixando marcas que não são indiferentes.
No meu corpo....na minha mente...no meu amor
Me machucar pelo prazer de me ver escorrendo...
É um ato estúpido...Típico de quem já não acredita.
Se não vê beleza no amor... vê na destruição.
Se não se sente realizado amando...
Alcança a sua plenitude destruindo.
Se não têm coragem de destruir...destrói a si mesmo.
Compaixão não é complacência
Vou fazer da poesia a minha ciência
É um risco de vida...
Fervilhando ao sabor da brisa.
Olhei pro céu e achei que fosse marte...
Mas era lua que brilhava laranja...
Me sintonizando ao sabor da sua dança
domingo, 15 de agosto de 2010
A Lenda da fada kaúna
Èssa é a historia de como me foi dada a benção de ter kaúna junto de mim
Em vez de começar contando a minha própria historia vou contar como kaúna veio a se tornar o guia que abriu os caminhos da magia divina para mim.
Káuna é muito bonita sua voz pode encantar e suavizar mesmo os corações mais brutos.
Mas o que a maioria não pode imaginar olhando para káuna é que ela um dia também já foi uma pessoa...
Kaúna é menina de olhos doces que vivia na floresta junto dos seus.... o povo que adorava e temia os espíritos antigos...Mas não os entedia...Mal sabiam eles que metade dos esforços que faziam para agrada-los eram indiferentes a real influencia que os espíritos tinham sobre as suas vidas.
O povo de kaúna acreditava que os espíritos tinham direito de vida e morte sobre o homem. Kaúna nascera em uma condição diferente do que a maioria dos que por esta esfera transitam...Uma condição difícil e complicada...Ela nascera carregando consigo a semente de uma mudança...Uma transição de consciência...Que poderia trazer uma existência menos sofrida ao povo de kaúna.
Isso se conseguisse vencer os todos os preconceitos e resistências que a gerações eram transmitidos camuflados sobre o manto da tradição. Suas chances eram mínimas...
Kaúna desde os seus primeiros anos possuía uma afinidade incomum para com as plantas e os animais.Quando com apenas duas primaveras sentava-se na frente de sua casa sobre olhar vigilante de sua mãe...os pássaros e pequenos mamíferos se aprochegavam dela curiosos como se houvesse algo na menina que eles nunca haviam visto antes em qualquer outra menina.
Ela os retribuía com o carinho que sua essência doce possuía de sobra.Logo das primeiras vezes do ocorrido...a mãe de kaúna alarmada espantou os animais...mas feito isso a menina abriu um berreiro levando horas para que ficasse quieta. A mãe de kaúna então notou que os animais não há faziam mal... e então decidiu permitir que kaúna brincasse com eles.
Embora achasse muito estranho...pois em sua tribo ninguém enxergava os animais como algo diferente de comida ou perigo de “virar” comida.
De qualquer forma era melhor ter uma menina estranha do que chorona.
O pai de Kaúna não partilhava da mesma opinião da mãe ele via com grande irritação o comportamento da filha.
Conforme kaúna foi crescendo e pode correr pela floresta ela o fez com grande entusiasmo...a amizade que tinha pelos animais demonstrou-se pelas plantas também.
Agora além de seu pai a tribo inteira enxergava kaúna com estranheza...principalmente quando a viam ter tanto cuidado para não pisar...machucar ou arrancar qualquer tipo de planta.
Uma coisa hei de dizer: Era lindo o jeito como kaúna corria pela floresta....ela parecia flutuar por entre a mata de tanta que era a leveza que havia em seus passos.
Mas em uma tribo onde até as mulheres eram incentivadas as violências...para que em tempos luta pudessem demonstrar seu valor... a doçura e a leveza de kaúna eram tidas como mostra de fraqueza. As outras meninas que brigavam constantemente em busca de auto-afirmação encontravam em kaúna uma adversária difícil de ser superada... pois mesmo que elas a agredissem constantemente ela não revidava e tão pouco se sentia intimidada.
Mesmo as feridas que marcavam o corpo de Kaúna não há desviavam da mensagem que ela trazia consigo. |Uma mensagem de respeito e amor pela vida...uma mensagem de compreensão e entendimento...essenciais para superar o medo... que como uma doença consumia o seu povo.
As plantas diziam a kaúna seus nomes...ela sorria e as beijava...suas feridas cicatrizavam com uma rapidez surpreendente. Ela começou a perceber que conforme a personalidade da planta ela agia de forma diferente sobre seu corpo....aos poucos Kaúna foi aprendendo a curar.
Agora kaúna já havia completado dez ciclos de chuva e seca... a irritação de seu pai depois de chegar a um ponto critico começou a se transformar em desinteresse...ele quase não olhava para a filha...que já não mais chamava de filha...ele tambem afastava-se da mulher a quem culpava por ter lhe dado apenas uma filha e ainda por cima tão fraca e submissa.
A mãe de kaúna relutou durante muito tempo contra a estranheza da filha... mas inevitavelmente começou a ver algum sentido na sua conduta. Embora não compartilhasse isso com ninguém ela nutria grande carinho pela filha e uma ponta de orgulho.
Nós últimos tempos há habilidade de curar tinha crescido generosamente em kaúna. Além de curar a si mesma ela começou a curar os animais...que as outras meninas maltratavam para entristece-la .
Ela lamentava não poder fazer o mesmo pelas pessoas de seu povo...que desconheciam quase completamente o poder das plantas. Em vez de plantas eles faziam cerimônias onde muitos animais eram sacrificados e seu sangue oferecido aos espíritos da morte para que acalmassem sua ânsia por sofrimento.
Quando Kaúna já quase possuía idade suficiente para participar da sua primeira grande urgia... o povo de kaúna entrou em guerra com o povo da montanha.
Todos os homens e meninos da tribo pintaram-se com sangue e foram para a batalha...dispostos a darem suas vidas em nome da vitória.
As mulheres ficaram na aldeia prontas para a batalha...caso ela se estendesse até ali. Todas menos uma: Kaúna chorava no mato abraçada em um símio grande escalador de arvores.
Depois do primeiro dia de batalha quando kaúna voltou para casa recebeu uma noticia que arrancou o chão de seus pés...nesta tarde seu pai havia tombado em combate.
Mesmo que seu pai a desprezasse ela o amava...assim como amava todo ser vivo exixtente.Kaúna sentia uma angustia imensa por não poder ter vencido a indiferença do pai... e agora... ele estava morto.
Aos soluços kaúna adentrou a morada verde e se deixou ir até que suas pernas não agüentassem mais...e caiu.Quando acordou os animais haviam lhe trazido frutas...ela esforçou-se para comer e com dificuldade conseguiu nutrir ao menos um pouco seu corpo cansado.
Depois de três dias desacordada Kaúna despertou... quando olhou para o lado teve uma surpresa... o grande gato negro...animal mais temido das matas a encarava olho no olho tão de perto que ela podia sentir seu hálito quente em seu rosto.
Kaúna soube instintivamente que deveria voltar para sua aldeia.
Quando kaúna retornou a sua aldeia encontro um alvoroço imenso...sua tribo perdia a guerra.. seu principal guerreiro aquele que diziam ser filho dos espíritos do fofo jazia em cima de um leito mortalmente ferido.
Muito sangue já havia sido derramado na tentativa que ele se recuperasse... mas de nada adiantou. Os chefes da tribo temiam que sem o guerreiro do fogo seu povo não pudesse vencer a guerra.
Era chegada a hora que Kaúna teria a sua grande chance. Ela rapidamente foi te a cabana onde se encontrava o grande guerreiro.Na porta ela foi barrada pelos homens que o guardavam.
Ela tentou explicar a eles que poderia cura-lo... os homens riram e lhe perguntaram se ela possuía algum contato com os espíritos antigos...ela não exitou respondeu que sim.
Embora nada soubesse sobre espíritos antigos...ela não podia deixar uma vida se escorrer. Ela respondeu com uma convicção tão grande que os homens despencaram de sua ironia e resolveram chamar seu chefe para que ele julgasse a veracidade da afirmação proposta por kaúna. Quando o chefe apareceu kaúna lhe suplicou que deixasse ajudar....disse a ele que na pior das hipóteses o tratamento com as plantas não surtiria efeito e que se este fosse o caso ela se responsabilizaria inteiramente pelo ocorrido.
Como aquele homem já se encontrava em níveis avançados de desespero ele resolveu aceitar a ajuda de Kaúna.
Então káuna foi correndo até a floresta ... colheu as plantas que necessitava e retornou rapidamente...aplicou uma mistura de ervas sobre o ferimento e cantou durante a noite inteira uma musica que havia aprendido com as arvores que moram perto do rio.
Ao amanhecer o grande guerreiro já se encontrava longe das garras da morte.
Todos na tribo festejavam o feito de kaúna....CONTINUA
Èssa é a historia de como me foi dada a benção de ter kaúna junto de mim
Em vez de começar contando a minha própria historia vou contar como kaúna veio a se tornar o guia que abriu os caminhos da magia divina para mim.
Káuna é muito bonita sua voz pode encantar e suavizar mesmo os corações mais brutos.
Mas o que a maioria não pode imaginar olhando para káuna é que ela um dia também já foi uma pessoa...
Kaúna é menina de olhos doces que vivia na floresta junto dos seus.... o povo que adorava e temia os espíritos antigos...Mas não os entedia...Mal sabiam eles que metade dos esforços que faziam para agrada-los eram indiferentes a real influencia que os espíritos tinham sobre as suas vidas.
O povo de kaúna acreditava que os espíritos tinham direito de vida e morte sobre o homem. Kaúna nascera em uma condição diferente do que a maioria dos que por esta esfera transitam...Uma condição difícil e complicada...Ela nascera carregando consigo a semente de uma mudança...Uma transição de consciência...Que poderia trazer uma existência menos sofrida ao povo de kaúna.
Isso se conseguisse vencer os todos os preconceitos e resistências que a gerações eram transmitidos camuflados sobre o manto da tradição. Suas chances eram mínimas...
Kaúna desde os seus primeiros anos possuía uma afinidade incomum para com as plantas e os animais.Quando com apenas duas primaveras sentava-se na frente de sua casa sobre olhar vigilante de sua mãe...os pássaros e pequenos mamíferos se aprochegavam dela curiosos como se houvesse algo na menina que eles nunca haviam visto antes em qualquer outra menina.
Ela os retribuía com o carinho que sua essência doce possuía de sobra.Logo das primeiras vezes do ocorrido...a mãe de kaúna alarmada espantou os animais...mas feito isso a menina abriu um berreiro levando horas para que ficasse quieta. A mãe de kaúna então notou que os animais não há faziam mal... e então decidiu permitir que kaúna brincasse com eles.
Embora achasse muito estranho...pois em sua tribo ninguém enxergava os animais como algo diferente de comida ou perigo de “virar” comida.
De qualquer forma era melhor ter uma menina estranha do que chorona.
O pai de Kaúna não partilhava da mesma opinião da mãe ele via com grande irritação o comportamento da filha.
Conforme kaúna foi crescendo e pode correr pela floresta ela o fez com grande entusiasmo...a amizade que tinha pelos animais demonstrou-se pelas plantas também.
Agora além de seu pai a tribo inteira enxergava kaúna com estranheza...principalmente quando a viam ter tanto cuidado para não pisar...machucar ou arrancar qualquer tipo de planta.
Uma coisa hei de dizer: Era lindo o jeito como kaúna corria pela floresta....ela parecia flutuar por entre a mata de tanta que era a leveza que havia em seus passos.
Mas em uma tribo onde até as mulheres eram incentivadas as violências...para que em tempos luta pudessem demonstrar seu valor... a doçura e a leveza de kaúna eram tidas como mostra de fraqueza. As outras meninas que brigavam constantemente em busca de auto-afirmação encontravam em kaúna uma adversária difícil de ser superada... pois mesmo que elas a agredissem constantemente ela não revidava e tão pouco se sentia intimidada.
Mesmo as feridas que marcavam o corpo de Kaúna não há desviavam da mensagem que ela trazia consigo. |Uma mensagem de respeito e amor pela vida...uma mensagem de compreensão e entendimento...essenciais para superar o medo... que como uma doença consumia o seu povo.
As plantas diziam a kaúna seus nomes...ela sorria e as beijava...suas feridas cicatrizavam com uma rapidez surpreendente. Ela começou a perceber que conforme a personalidade da planta ela agia de forma diferente sobre seu corpo....aos poucos Kaúna foi aprendendo a curar.
Agora kaúna já havia completado dez ciclos de chuva e seca... a irritação de seu pai depois de chegar a um ponto critico começou a se transformar em desinteresse...ele quase não olhava para a filha...que já não mais chamava de filha...ele tambem afastava-se da mulher a quem culpava por ter lhe dado apenas uma filha e ainda por cima tão fraca e submissa.
A mãe de kaúna relutou durante muito tempo contra a estranheza da filha... mas inevitavelmente começou a ver algum sentido na sua conduta. Embora não compartilhasse isso com ninguém ela nutria grande carinho pela filha e uma ponta de orgulho.
Nós últimos tempos há habilidade de curar tinha crescido generosamente em kaúna. Além de curar a si mesma ela começou a curar os animais...que as outras meninas maltratavam para entristece-la .
Ela lamentava não poder fazer o mesmo pelas pessoas de seu povo...que desconheciam quase completamente o poder das plantas. Em vez de plantas eles faziam cerimônias onde muitos animais eram sacrificados e seu sangue oferecido aos espíritos da morte para que acalmassem sua ânsia por sofrimento.
Quando Kaúna já quase possuía idade suficiente para participar da sua primeira grande urgia... o povo de kaúna entrou em guerra com o povo da montanha.
Todos os homens e meninos da tribo pintaram-se com sangue e foram para a batalha...dispostos a darem suas vidas em nome da vitória.
As mulheres ficaram na aldeia prontas para a batalha...caso ela se estendesse até ali. Todas menos uma: Kaúna chorava no mato abraçada em um símio grande escalador de arvores.
Depois do primeiro dia de batalha quando kaúna voltou para casa recebeu uma noticia que arrancou o chão de seus pés...nesta tarde seu pai havia tombado em combate.
Mesmo que seu pai a desprezasse ela o amava...assim como amava todo ser vivo exixtente.Kaúna sentia uma angustia imensa por não poder ter vencido a indiferença do pai... e agora... ele estava morto.
Aos soluços kaúna adentrou a morada verde e se deixou ir até que suas pernas não agüentassem mais...e caiu.Quando acordou os animais haviam lhe trazido frutas...ela esforçou-se para comer e com dificuldade conseguiu nutrir ao menos um pouco seu corpo cansado.
Depois de três dias desacordada Kaúna despertou... quando olhou para o lado teve uma surpresa... o grande gato negro...animal mais temido das matas a encarava olho no olho tão de perto que ela podia sentir seu hálito quente em seu rosto.
Kaúna soube instintivamente que deveria voltar para sua aldeia.
Quando kaúna retornou a sua aldeia encontro um alvoroço imenso...sua tribo perdia a guerra.. seu principal guerreiro aquele que diziam ser filho dos espíritos do fofo jazia em cima de um leito mortalmente ferido.
Muito sangue já havia sido derramado na tentativa que ele se recuperasse... mas de nada adiantou. Os chefes da tribo temiam que sem o guerreiro do fogo seu povo não pudesse vencer a guerra.
Era chegada a hora que Kaúna teria a sua grande chance. Ela rapidamente foi te a cabana onde se encontrava o grande guerreiro.Na porta ela foi barrada pelos homens que o guardavam.
Ela tentou explicar a eles que poderia cura-lo... os homens riram e lhe perguntaram se ela possuía algum contato com os espíritos antigos...ela não exitou respondeu que sim.
Embora nada soubesse sobre espíritos antigos...ela não podia deixar uma vida se escorrer. Ela respondeu com uma convicção tão grande que os homens despencaram de sua ironia e resolveram chamar seu chefe para que ele julgasse a veracidade da afirmação proposta por kaúna. Quando o chefe apareceu kaúna lhe suplicou que deixasse ajudar....disse a ele que na pior das hipóteses o tratamento com as plantas não surtiria efeito e que se este fosse o caso ela se responsabilizaria inteiramente pelo ocorrido.
Como aquele homem já se encontrava em níveis avançados de desespero ele resolveu aceitar a ajuda de Kaúna.
Então káuna foi correndo até a floresta ... colheu as plantas que necessitava e retornou rapidamente...aplicou uma mistura de ervas sobre o ferimento e cantou durante a noite inteira uma musica que havia aprendido com as arvores que moram perto do rio.
Ao amanhecer o grande guerreiro já se encontrava longe das garras da morte.
Todos na tribo festejavam o feito de kaúna....CONTINUA
quinta-feira, 29 de julho de 2010
olhando ums cadernos encontrei ums poemas que escrevi ano passado...
Onda de amor
Por onde andara...
A onda de amor??
Para aquecer a espera
pelo fundo do poço....
O despencar é imenso
O despertar é intenso
chorar é sentir fazer-se...
presente no constante fluxo...
De se auto-avaliar
No espelho da alma
Que existe por de trás
De todas as ilusões...
E não conseguir aceitar...
Que o mostro ali na frente...
somos nós mesmos...
Mas tentar para poder crescer...
E receber a onda de amor....
Que se irradia pelo universo...
Em suas mais sutis formas.
Onda de amor
Por onde andara...
A onda de amor??
Para aquecer a espera
pelo fundo do poço....
O despencar é imenso
O despertar é intenso
chorar é sentir fazer-se...
presente no constante fluxo...
De se auto-avaliar
No espelho da alma
Que existe por de trás
De todas as ilusões...
E não conseguir aceitar...
Que o mostro ali na frente...
somos nós mesmos...
Mas tentar para poder crescer...
E receber a onda de amor....
Que se irradia pelo universo...
Em suas mais sutis formas.
segunda-feira, 26 de julho de 2010
A menina que carrega uma bomba
E quando explode uma surpresa!
É o seu sentimento que se expande...
Em um clarão de rareza...
Associando sons e cheiros...
ela vai se reciclando...
pelas entrelinhas das pessoas
ela vai poetizando...
mergulhando de cabeça...
no sentimento do mundo
Adentrando as estancias
sutis do ser-profundo
como poderia ela...
viver com tudo isso..
que doi e que revolta!
mas que as vezes é muito bonito.
Sem que de vez em quando...
Berre a sua sinfonia!
Que não têm meios ou esteticas..
Para ser transmitida!
Mas com palavras ela tenta...
Traduzir aquilo que seus lindos olhos
Só podem dizer com lagrimas.
E quando explode uma surpresa!
É o seu sentimento que se expande...
Em um clarão de rareza...
Associando sons e cheiros...
ela vai se reciclando...
pelas entrelinhas das pessoas
ela vai poetizando...
mergulhando de cabeça...
no sentimento do mundo
Adentrando as estancias
sutis do ser-profundo
como poderia ela...
viver com tudo isso..
que doi e que revolta!
mas que as vezes é muito bonito.
Sem que de vez em quando...
Berre a sua sinfonia!
Que não têm meios ou esteticas..
Para ser transmitida!
Mas com palavras ela tenta...
Traduzir aquilo que seus lindos olhos
Só podem dizer com lagrimas.
terça-feira, 13 de julho de 2010
Eu sinto como uma guerra
Todo esse sentimento
Procurando uma fresta
Pra se escapar de dentro de mim...
Toda vez que olho por dentro dos seus olhos
Uma imensidão de significâncias me invade
Me dizendo tanto do que gostaria de saber de vc
Tenho tanta vontade de saber...ter...ser
De tudo quanto vibra e aflora
Pelo mundo afora...
Tenho tanta vontade presa dentro de mim
Louca de vontade de sair gritando!
Mas ela continua...
Aqui presa...contida e silenciada
Às vezes eu choro de raiva
Às vezes eu corro pelado no meio da noite
Uivando como um lobo louco
Que tirado o seu chão se corroi
Por algum bueiro cinza
Às vezes quando ando pelas estâncias da vida
Eu me acampo por algum ponto de encontro
De sorrisos e substancias...
Dessas que se transmitem pelo ar
Numa leve e sutil dança de essências
Que eu não sei dançar...
E tudo que vejo, escuto e sinto diz tanto pra mim...
E são tantas as coisas que eu tenho pra contar...
É tão grande a minha vontade de compartilhar
Mas de que me adianta tanta vontade de amar?
Se presa aqui dentro de mim ela não me serve de nada!
Por isso escrevo estas palavras... com um punhado de fé e um risco de luz
E mando entregar onde se fabricam todas as coisas.
Todo esse sentimento
Procurando uma fresta
Pra se escapar de dentro de mim...
Toda vez que olho por dentro dos seus olhos
Uma imensidão de significâncias me invade
Me dizendo tanto do que gostaria de saber de vc
Tenho tanta vontade de saber...ter...ser
De tudo quanto vibra e aflora
Pelo mundo afora...
Tenho tanta vontade presa dentro de mim
Louca de vontade de sair gritando!
Mas ela continua...
Aqui presa...contida e silenciada
Às vezes eu choro de raiva
Às vezes eu corro pelado no meio da noite
Uivando como um lobo louco
Que tirado o seu chão se corroi
Por algum bueiro cinza
Às vezes quando ando pelas estâncias da vida
Eu me acampo por algum ponto de encontro
De sorrisos e substancias...
Dessas que se transmitem pelo ar
Numa leve e sutil dança de essências
Que eu não sei dançar...
E tudo que vejo, escuto e sinto diz tanto pra mim...
E são tantas as coisas que eu tenho pra contar...
É tão grande a minha vontade de compartilhar
Mas de que me adianta tanta vontade de amar?
Se presa aqui dentro de mim ela não me serve de nada!
Por isso escrevo estas palavras... com um punhado de fé e um risco de luz
E mando entregar onde se fabricam todas as coisas.
Assinar:
Postagens (Atom)