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sexta-feira, 26 de junho de 2015

Pelo direito do amor ausente da dor

Eu nasci para sentir amor.
Acredite nasci pra acreditar.
Na sinceridade, declaro que amo.
Tudo aquilo que se permite
olhar no espelho e não ter medo
de ser errado de ser moral...
De ser hipócrita!
Eu sou o primeiro gritar minha incoerência.
eu sou o primeiro a amar a minha displicência.

Eu sou primeiro a pagar com dor a liberdade
de não ter piedade de quem zomba da verdade.
A sua prepotência é exatamente igual a minha indiferença
Sua falta de paciência é a clemencia que imploras.
Mas uma novidade para você , eu me humilho com prazer.
Pois assim eu me sinto suave,tranquilo enquanto te obrigo...
a engolir a realidade deplorável  que você ostenta como  estupro  da dignidade.

Agora sem medo ou remorso eu imploro que seus pedidos de justiça sejam atendidos
Que a cegueira  da tua certeza sejam exatamente igual ao teu desprezo pela coerência
Em nome da verdade que impede,em nome do erro que me sucede, em nome do direito de retribuir.
Que você pague com agonia a morte das tuas crença, rancor que a tua falta de amor covarde insistiu.

Razmael a clareza da incoerencia.

27/06/2015

quarta-feira, 24 de junho de 2015

Nostalgia Insanity Room 007

Sinto vento morno...
Sorriso envergonhado
Terno. riso improvisado.

Os sonhos insistem.
Nem sei bem porque?
Persisto nessa monotonia

A arte é tomada pela preguiça
a pequenos punhados de mofo.
E se desfalece no contrario da ideia!

É ampulheta  que sangra
Sem dor, apenas remorso.
Sono das areias do ócio.

Porque  volto
a velha casa ?
Sombras frias...
Alimentam o coração
estéril esqueleto.
de tanto medo...
 exala desprezo!

Não chame.
Não quero saber.
Alegorias, progresso
Falso, egoico. sucesso.

Não (me)faça !
Sentir a (tua) falta...
Não ignore a (minha) falta!
Aceite a (Tua) dor.
Deixe ir (o amor) agora.





Anderson ferreira. ??/01/2014



quarta-feira, 20 de abril de 2011

Suspiro Impreciso


Descalço o suspiro percorre o corredor do medo
A procura de um calmante para aliviar a sua dor
Engasgado na sua garganta ele enxerga o tempo


Estagnado na balança da indecisão
Aliviado pela culpa da imprecisão


Ele se dissolve em ondas sem o som
 Entupidas de prazer sem comoção
Ele procura refugio na saída...Sem sono sem expectativa
Ele rodopia na ausência da procura... já reprimida


Sem sombras á duvida ele cicla
Intermináveis momentos de vida
Resumidos na procura de excessos ...Omissos da duvida

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

onde o medo se esconde?

Onde o medo se esconde?

O que em ti ele rouba?

Aonde ele te impede de ir?

Quais foram os sonhos que ele desfez

No meio da poeira enevoada da preguiça?

Quais foram as magoas que ele cravou

Como algemas no meio da tua carne?

O que eu a faço agora?

Com esse sentimento de insatisfação

Eu junto todo ele...

E transmuto em esperança de vida

De saber que ele nunca mais me afetara

Da forma que me corroeu no passado

Mas mesmo assim o que será do meu amanha?

A insatisfação de saber que muito eu já deixei

Na expectativa enterrado, quem sabe pra sempre.



sábado, 12 de fevereiro de 2011


Quem te faz sorrir

o que te faz feliz

o que faz a angustia ir embora

Relaxa seus músculos

anestesia sua consciência

desprende a tua tenção

do vago sozinho escuro

da confusão da sua mente

a solidão independente

um instante a sós consigo mesmo

um reparo inconstante do mesmo erro

a fumaça sem cheiro se perde no apego

o erro...o erro...o erro

sempre o erro...sem solução sem saída

em suas limitações inconclusivas

no nevoeiro eu achei ela perdida

faiscando o seu sorriso encantado

me pediu um abraço e pegou da minha mão

e saímos voando pelo infinito

meu braço se desprendeu e ela caiu

eu te espero aqui do outro lado

mas não te demores na fumaça

ela pode roubar tuas graças

em troca de uma ansiedade sem fin

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