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terça-feira, 23 de junho de 2015

Doente de coragem Sanity room 005



Grande incompressível!
Hiper ativo irredutível!
O Bipolar que não quer calar
Efetuando sua vontade de mudar!

O Ultra  ativo carregado de pedidos...
Fadado,rotulado,taxado,encrustado.

Encorajado a se rebaixar 
enquadrado na dificuldade de se encaixar.

Doente do desespero 
...de não temer

Doente da vontade
... de mudar

Doente no esforço
...de se reeducar

Doente Sempre!
Para Sempre
Se  Levantar...

Doente na coragem
de se Auto-superar.


Anderson Ferreira ??/01/2014








sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

onde o medo se esconde?

Onde o medo se esconde?

O que em ti ele rouba?

Aonde ele te impede de ir?

Quais foram os sonhos que ele desfez

No meio da poeira enevoada da preguiça?

Quais foram as magoas que ele cravou

Como algemas no meio da tua carne?

O que eu a faço agora?

Com esse sentimento de insatisfação

Eu junto todo ele...

E transmuto em esperança de vida

De saber que ele nunca mais me afetara

Da forma que me corroeu no passado

Mas mesmo assim o que será do meu amanha?

A insatisfação de saber que muito eu já deixei

Na expectativa enterrado, quem sabe pra sempre.



quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Estação do desespero

Que me revira do meu aconchego


Aqui agora despenco

Dos meus queridos vícios coloridos


É assim eu agora seco e subnutrido

Pagando pelos sorrisos que pesquei no lixo

Sem um motivo real que valesse o risco


Que no agora balanceia as minhas alegrias

Com as frustrações e dores de um tolo solto

Num sopro como de sono a deriva no morno




Atolado na necessidade

Da sensação de insanidade

Simulada ou provocada

A deriva na simultaneidade

Das culpas inevitáveis a sobriedade


Solidão abalizada pelo orgulho

De ser uma ilha independente

De carinho ou caridade

terça-feira, 16 de novembro de 2010


blindagem meu amigo se chama assim o teu nome
eu vi escrito por de tras dos teus serenos silencios
povoados eram os teus olhos...
eram gritos tentando e tentando...
penetrar o amago da tua distancia...e do medo...
que eu nem sei bem onde fica...
mas que finca forte... o teu peito
no tropeço...do orgulho chora a tua ferida.

sorria e jogue o punhal fora!
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