sexta-feira, 26 de junho de 2015
D-eu-s (Descontinuação do eu simbólico)
Subjugação
Predestinação
Pilherias, amontoados de ilusão!
Sensação é real no sentir
não é o suficiente para realizar
não é viva o suficiente para negar.
O que não é meu.
O que não quero como meu.
Sera teu, sera seu tudo aquilo
Que permitires tornar a retomar
Tornando as duvidas indiferentes.
Do fogo a terra de olhos abertos.
Da água ao ar as narinas respiram.
Polos opostos no in verso do processo...
Do caminho do meio
Retro-Pró-Ingresso!
De olhos abertos compreendo
Uma gota do ser-eu humano.
Consciência da imortalidade
Super-ação do eu Existencial.
Expropriação do Eu simbólico.
apropriação do Existir metafórico.
Anderson Ferreira.
terça-feira, 23 de junho de 2015
Derrubando Paradoxos Sanity room 006
controlado aos extremos.
Dosagens auto-reguláveis
homeopáticas dos elementos.
Por favor sem mais perda de tempo
me deem logo essa solução a base de veneno
Eu aguento por um tempo
talvez possa ser até agradável
Se eu controlar a transição entre os extremos
Pontos de regulagem consideráveis
adaptáveis estabilidades perfeitas
Para se viver múltiplas liberdades
Não to nem ai pra bipolaridade
junto com meu sistema multi-uso
Veio acoplado,embutido! até radar...
Primeiro é claro é preciso estabilizar
Não é crime não é doença viver é...
Se reinventar!
É tudo uma questão de se tolerância!
Tolerar a diferença
Entre medos e crenças
Desafios e sentenças
Entre dons e Doenças.
terça-feira, 16 de junho de 2015
Sanity Room 004 - Controlando o caos
encaixe e conectei
cada uma delas
Ficaram quentinhas
Como pães saídos do forno
Juntei a elas sentimentos
Sinceros e empolgantes
como um pequeno universo
no fundo de uma
Poça da água
Eu cultivei com amor e determinação
Cada personagem cada lugar
Fiz pontes de Madeira amarradas com o vento
Ensinei as personagens a nadar e mergulhar
Para que nunca se afoguem nós sentimentos
Elas Foram se tornando maiores e mais fortes
Depois do entardecer
Vez por outra a cada uma delas
Abri as chaves das portas
ao real
Fiz um simbolo e uma Mascara para cada uma delas
Deixei que respirassem o Ar e assim as suas formas
Foram aos poucos desvencilhando do vazio e do caos
Então comecei a contar as pessoas
sobre o seu mundo e as suas historias
E cada vez que alguém se emociona e compartilha
Sentimentos reais elas fazem parte deste sentimento
Eu e meus amigos pudemos viver
Muitas historias
aventuras e paixões aos seus lados.
Essas personagens nós ajudaram a ser
quem realmente gostaríamos de ser...
Realizar sonhos , derrubar obstáculos
e construir formas de tornar o mundo
um lugar mais Justo e bonito.
Por Anderson Ferreira
Guerout Odmoon e o Sigilo de um poeta.
sábado, 3 de dezembro de 2011
Desculpando a realidade
Tomada de ervas daninhas
Eu vi a escopeta fazendo
A mira no chapeu de palha
Eu vi o rotulo despencar
Da tua saia...
Eu me escondi
Dos comentarios
Eu tive raiva e rasguei
Muitos bilhetes falsos
Ignoro suas palavras
cheias de segunda intenção
Quando não é tão ruim
o silencio é o meu elogio
Cata a tua almofada
E senta no outro canto da sala
De cabeça baixa arrasta contigo
As tuas amarguras...
Tuas moedas não realizão
Desejos nem alivião a tensão
Carrega as tuas desgraças
Da forma que puder, e vomita em quem as quiser
Trasmorfa fragilidade em oportunidade
Constroi a tua sorte em cima de mentiras justificaveis
Eu descobri a verdade absoluta em relação a liberdade
Você é livre
Pra fazer o que bem entender
Basta você ter a desculpa correta
Para se fazer valer...
A ocasião é que desfaz o ladrão
E constroi o sabichão...
sábado, 26 de fevereiro de 2011
Serpenteando num instante

Serpenteando no impulso
De não ser ou ter que saber
O que fazer no próximo instante
Celebrando cada momento inconstante
De uma verdade renovada pelo jogo
De catar no escuro do fogo uma saída
Momentaneamente recortada da imaginação
Uma verdade não vivida e realizada em ilusão
É instante livre do julgo limitador de ser um só
Pra ser tudo que quiser
No momento que vier
E deixar ir quando partir
A hora de voar para o sonho
É apenas um momento a sós
É apenas o momento de estar
É apenas momento de ser... Uno com o tudo
É o meu momento de não ser ninguém!!!!
terça-feira, 11 de janeiro de 2011

O registro aparente
Do lugar ausente
A ilusão e a falta
Do que não se define
O transtorno
Sem retorno
Em algum lugar
Entre o acordar
E o quase sono
Onde o sonho
Já se perdeu do real
Há muito tempo
Onde o tempo
Já não têm com o real
Comprometimento
Onde o interior
Não possui forças
Pra sair pra fora
Ele apenas se derrama
Em sua maciles enevoada
Em sua pegajosa confusão
É o domínio da mente
Sobre o consciente
Adormece com o stress
Re-aviva com a procura
Eterna e sempre tua
A única e renovada
Forma de cura...
eu mesmo sumido do meu blog que coisa feia... :p
espero estar mais presente: Anton Alegrin o Ex-Ant Pierrot
domingo, 21 de novembro de 2010

sublime teu espaço ao lento
o semblante relaixado se defaz
ao sabor do vento
poesia noturna escondida atras dos morros...
perambulando na tua face... soturno é o teu enlace
brilhando feito constelação... de impulsos na neblina
viaja dentro da cor e descobre o traçado da tua sorte
neblina...neblina..neblina...
obscura neblina suavizando a sua rotina
por de traz do cinza existe uma cor sem anelina
uma frase sem segunda chance...um olhar respirante
eterna sensação obscura e exitante...
um mergulho no escuro de traz da cabeça
um rodopio na esquina da certeza...
benção do caos e da clareza me encontrem...
na poesia atráz do sonho... perto do lago.
escondido pelos cercados farpantes...
onde encontro o meu ser sempre variante.
domingo, 31 de outubro de 2010

Para vermelhinha faiscada
Em ondas curtas
Alternadamente sutis
Teus versos me levaram
A soltar esse sorrir
...que no meu peito resguardei
Sem medo de perder...Assim guardei
Sem medo de saber
Sem saber o que temer
Pelos teus caixos raiados
Fiz do meu porto...
Um mar mais calmo
Nessa procura...
Que só encontrava amargura
Encontrado fui pela tua ternura
Dos teus olhos que eu já sabia
Fui encontrar o que num remoto dia
Eu entedia e sabia que me completaria
Assim me lembrei...
E na minha vida...
eu te reinventei!
Porque de ti e da nossa paixão
Somente existiu a invenção...
Mas o acaso quis com a sua ironia
Que realizada fosse a nossa ousadia
E agora meu mundo pula de emoção
A minha vida se tranformou em ilusão
Que sem eu perceber agora se torna
A certeza que brilha no meu coração
