Mostrando postagens com marcador fumaça. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador fumaça. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 1 de março de 2011

Cemiterio cientifico



Saudades me assombram

Dos horizontes esquecidos


Dos pormenores esclarecidos

E seus científicos cemitérios de mitos

Eu me retiro, mas sou sempre perseguido.


Nesse tédio frio e conciso

A minha indignação bóia

Tentando se desenroscar


O andar é vagaroso

Perco-me pela falta

Enevoada de prisma


Me inter-secsiono entre a mentira

E a ilusão conscrita inevitável à vida


Infecciona a fumaça

Esse prazer da cama

Que sobre sua dança

Gira...gira...gira..gira


Sangue, cinzas e fluido...

Eu espalhei sobre o meu corpo

Que agora arde em consumação

É o tilintar sedento e derradeiro

Que inunda de sal o meu pulmão


O grito de um pedido

Apagando-se sozinho

Enterrado num tempo

Ausente do caos onírico

sábado, 12 de fevereiro de 2011


Quem te faz sorrir

o que te faz feliz

o que faz a angustia ir embora

Relaxa seus músculos

anestesia sua consciência

desprende a tua tenção

do vago sozinho escuro

da confusão da sua mente

a solidão independente

um instante a sós consigo mesmo

um reparo inconstante do mesmo erro

a fumaça sem cheiro se perde no apego

o erro...o erro...o erro

sempre o erro...sem solução sem saída

em suas limitações inconclusivas

no nevoeiro eu achei ela perdida

faiscando o seu sorriso encantado

me pediu um abraço e pegou da minha mão

e saímos voando pelo infinito

meu braço se desprendeu e ela caiu

eu te espero aqui do outro lado

mas não te demores na fumaça

ela pode roubar tuas graças

em troca de uma ansiedade sem fin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...